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Blog do Rogério
Água: precisamos agir antes de chegarmos ao nível crítico de São Paulo
Publicado em 27/1/2015 22:07:53.

Há pouco mais de um ano, a crise hídrica em São Paulo ganhava as manchetes. Resultado de um longo período de estiagem, combinado ao crescente aumento de consumo e a falta de investimentos do poder público, o problema da água começou a preocupar cada vez mais os paulistas. Algumas pedidas paliativas foram tomadas na expectativa de que as coisas melhorassem em médio prazo, com um volume maior de chuvas, o que até agora não aconteceu.
Hoje o cenário em São Paulo é de caos e mesmo as medidas de racionamento e a economia que a população espontânea ou forçadamente vem fazendo parecem ser insuficientes para resolver o problema em curto prazo. Em longo prazo, há muito que se fazer, como melhorar a tubulação para evitar desperdícios de água que acontecem mesmo antes da água chegar às residências e empresas, além de se buscar novas alternativas de captação.
Aqui no Estado do Rio de Janeiro, particularmente na região Sul Fluminense, a situação é “menos pior” que em São Paulo, mas apenas menos pior. Creio que as nossas autoridades, municipais e estaduais, devam agir de maneira mais forte e mais rápida, buscando alternativas de captação, promovendo políticas de incentivo à economia de água para não chegarmos ao ponto em que chegou São Paulo. Temos que, principalmente, modernizar as tubulações para conter o desperdício.
Além disso, é fundamental entender que o problema da falta de água no Brasil é resultado de uma política de crescimento desordenado, que altera totalmente o clima (basta ver o calor insuportável desse verão). Precisamos realizar políticas de plantio de árvores, de recuperação da mata atlântica e, nesse ponto, me orgulho muito do trabalho desenvolvido pela Transporte Excelsior, em sua sede campestre, na Califórnia, distrito de Barra do Piraí, onde plantamos 30 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.
Chegamos a um ponto que não dá para esperar mais. É agir ou agir!



Exigência de veículos saírem de fábrica com módulo antifurto vem constantemente sendo adiada
Publicado em 9/1/2015 09:59:17.

Em 2007, o CONTRAN determinou que todos os veículos produzidos no Brasil deveriam sair de fábrica com o módulo antifurto, ou seja, um sistema que contenha bloqueio autônomo, bloqueio remoto e a função de localização. Desde então, o caso vem passando por sucessivos adiamentos.

Em agosto de 2013, foi editada a Resolução 443. Se ela tivesse sido cumprida a partir de dezembro de 2014 todos automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários, caminhões, ônibus e micro-ônibus, caminhões-tratores, semirreboques e reboques fabricados para o mercado interno deveriam conter o módulo de segurança.

Mas esses prazos foram alterados duas vezes já e agora o novo prazo estabelece mais 24 meses para as montadoras se adequarem. Pelo novo cronograma, só a partir de 31 de dezembro de 2015 as montadoras precisarão passar a produzir 20% dos veículos com o módulo até progressivamente chegarem a 100% a partir de 31 de dezembro de 2016. Isto é: se não prorrogarem mais uma vez.

Se já estivesse em prática, poderia haver redução de furtos no País, talvez os preços dos seguros também caíssem e, o mais importante, a população e as empresas se sentiriam mais seguras.

Um baita de um absurdo.



Novo ano, novos mandatos, novas esperanças
Publicado em 5/1/2015 17:42:20.

Tomaram posse no último dia 1º para mais um mandato a presidente Dilma e o governador Pezão. Embora sejam governantes reeleitos, que representam continuidade de projetos políticos, novos mandatos podem ser oportunidade de correção de rumos e de avanços.

Como a maioria deve saber, eu manifestei, durante a campanha eleitoral, meu apoio à reeleição do atual governador. Em relação à presidente, não foi minha candidata, nem no primeiro turno, nem no segundo. Independente disso, torço pelo sucesso de ambos, porque, afinal das contas, se fracassarem quem paga a conta é a população.

Em seu discurso inaugural, Dilma propôs um novo lema para o seu Governo: “Brasil, Pátria Educadora”. Embora genérico, fiquei feliz em ver a palavra educação presente em seu lema. Considero importante que seja algo que não fique restrito ao papel e seja de fato colocado em prática.

Tão fundamental como investir em educação e na capacitação da população brasileira, é fazer com que as grandes reformas que o Brasil precisa também saiam do papel: principalmente a reforma política e a reforma tributária. A primeira, principalmente, no sentindo de punir a corrupção e os desvios de dinheiro público e a segunda para que haja uma cobrança de impostos mais justa e menos voraz para o setor produtivo. Ou seja, o governo precisa cobrar um imposto justo e aplicar corretamente o que arrecada. Utopia? Pode ser, mas não devemos perder as esperanças.

Em relação ao governador Pezão, ele afirmou que seu mandato terá como prioridade a Saúde, reconhecendo que “há uma grande dívida com a Saúde do Estado”. Sabemos que este setor é de difícil solução, pois a demanda reprimida é enorme, mas é o tipo de problema que, de fato, precisa ser encarado de frente. Sobre a Educação, Pezão disse que um de seus objetivos é transformar o Rio de Janeiro no primeiro colocado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). E afirmou também que vai trabalhar para que o estado seja referência em ensino profissionalizante e no ensino médio.

Se conseguir melhorar a Saúde e atingir essas metas na área de Educação, acredito que a população do Estado ficará bastante satisfeita (embora, obviamente, esses não sejam os únicos problemas).

Enfim, boa sorte aos nossos “novos” governantes. E que possam fazer melhor nos novos mandatos! O Rio de Janeiro e o Brasil agradecem.



Boa sorte à nova diretoria do Voltaço
Publicado em 10/12/2014 12:28:28.

Segunda-feira, oficialmente, deixei a presidência do Voltaço. Foi uma decisão difícil deixar a presidência do clube, mas entendo que o Voltaço é muito maior que as pessoas e que meu ciclo, por hora, havia acabado. 

Saio com a certeza de que, nesse período de mais de 10 anos à frente do clube, dei a minha parcela de contribuição para que o Voltaço conquistasse seu principal título da história (a Taça Guanabara de 2005), o recorde de permanência na primeira divisão e uma sede que não deixa a desejar em nada para grandes clubes do Brasil. Deixo todos os impostos e contas em dia, o que torna o clube apto a receber recursos federais (um dos poucos do Brasil, nessas condições). Deixo como crédito a quantia de R$ 500 mil, referente a venda do jogador Marcelo, além de R$ 236 mil, referente a projeto incentivado junto ao Ministério dos Esportes. 

Meu amor pelo clube permanece e, por isso, a Transporte Excelsior seguirá como uma das patrocinadoras do clube.

Desejo ao novo presidente Flávio Horta, ao seu vice, Gabriel Torturella, e a toda a diretoria todo o sucesso do mundo. Que eles consigam fazer uma brilhante administração.

Eu, como torcedor do Voltaço e como apaixonado pelo clube que sempre foi, faço votos para isso aconteça!






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